Lição - 2010-06-19 - 2010-06-26 - Apoio Social: O Laço que Une PDF Imprimir
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Sáb, 19 de Junho de 2010 14:00
Lição 13
19 a 26 de junho

 


 

Apoio Social: O Laço que Une

 

Lição dos jovens 1322010



“Um novo mandamento lhes dou: Amem-se uns aos outros. Como Eu os amei, vocês devem amar-se uns aos outros. Com isso todos saberão que vocês são Meus discípulos, se vocês se amarem uns aos outros” (Jo 13:34, 35, NVI).

 

Prévia da semana: Criados como somos à imagem de Cristo, recebemos nossa maior realização quando nos relacionamos com os outros assim como Ele Se relaciona conosco.

 


 

Domingo, 20 de junho

Introdução

Mulher, queres ficar sã?

 

A noite de domingo, 30 de novembro de 1997, estava estrelada e calma. Essa calma, porém, não era evidente por trás das portas fechadas de uma casa. Mamãe estava doente; ela havia tentado por muitos dias manter sua doença em segredo para que os filhos não se preocupassem. Anthony, deixando os irmãos dentro de casa com a mãe, saiu correndo pela porta da frente, foi até a casa de um vizinho. Bateu à porta deles e disse ao cavalheiro que o atendeu: “Por favor, o senhor pode ajudar a levar nossa mãe ao hospital?”


Mais tarde, mamãe recebeu o diagnóstico de câncer. Foi-lhe dito que, mesmo com tratamento, ela morreria dentro de seis meses. Ela optou por não receber tratamento. Anthony estava visitando uma igreja adventista do sétimo dia nessa época, e por isso pediu aos membros que orassem por sua mãe. Foi ali que lhe foram apresentados alguns princípios de saúde.


Dez anos depois, ele se sentou para refletir naquela noite. Havia acabado de falar com a mãe ao telefone. Ajoelhou-se e orou, agradecendo a Deus por Sua intervenção. Ele havia transmitido a sua mãe enferma as lições que havia aprendido sobre nutrição, exercício, água, luz do sol, temperança, ar puro, repouso e confiança em Deus. Ele a animou e a ajudou a praticá-las. “Deus enviou o maná a Israel, mamãe, mas ele caía fora do acampamento. Eles tinham que sair e recolhê-lo”, ele dizia. “Temos que fazer nossa parte, e Deus abençoará nossos esforços.” Deus nos havia proporcionado muitas leis de saúde. Se tão-somente as seguíssemos, seríamos protegidos de muita dor.


Em 3 João 2, lemos: “Amado, oro para que você tenha boa saúde e tudo lhe corra bem, assim como vai bem a sua alma” (NVI).


“Se em tinta o mar se transformasse, / E em papel o céu também, / E a pena ágil deslizasse, / Dizendo o que esse amor contém, / Daria fim ao grande mar, / Ao esse amor descrever, / E o céu seria mui pequeno / Pra tal relato conter.”*


Precisamos sempre buscar partilhar o amor de Deus com outros e ajudá-los em suas horas de necessidade. Esse é o enfoque da lição desta semana.

 

* Hinário Adventista do Sétimo Dia, hino nº 31.

 

Mãos à Bíblia

 

Como seres humanos, estamos tão imersos em pecado que frequentemente podemos esquecer de quão mau ele é e de como nos afeta. Não é fácil perceber o quanto caímos, porque estamos caídos há muito tempo.

 

1. Leia Gênesis 1:27. Como o fato de que o próprio Jesus é Deus nos ajuda a entender melhor o que significa ter sido criado à imagem de Deus? Como o conhecimento sobre Jesus nos ajuda a entender o caráter que receberam nossos primeiros pais na criação?

 

Amor e preocupação desinteressados pelos outros que marcavam a vida de Jesus também deviam se refletir até certo ponto em Adão e Eva antes da queda, que, desde a Criação foram feitos “à imagem de Deus”.

 


Christopher Morrison | George Town, Ilhas Caiman

 


 

Segunda, 21 de junho

Exposição

Apoio social e saúde

 

O plano original (Gn 1:27; Jo 1:1-3). O plano original de Deus para a humanidade envolvia que fossem dedicados a Ele, seu amoroso Criador, em cuja imagem foram formados. Era igualmente Seu plano que os seres humanos se amassem uns aos outros da forma como Ele nos ama, altruisticamente. Na verdade, o relacionamento entre o Criador e as pessoas que Ele moldou com Suas próprias mãos devia ser de contínua interação e confiança, pois separados dEle os seres humanos não poderiam viver e ter saúde, tanto espiritual quanto física.

 

A necessidade de apoio (Rm 14:7; 1Co 12:14). A interação entre Deus e a humanidade no Jardim do Éden antes da Queda salienta a importância do relacionamento não só entre Deus e os seres humanos, mas entre um ser humano e outro. Sua saúde e felicidade, manifestas numa “capacidade para saber, vivenciar e amar” que “cresceria continuamente”, dependeria muito de seu relacionamento com o Criador e uns com os outros, e isto seria mostrado pelo fato de serem “fiéis à lei divina” (Ellen G. White, Patriarcas e Profetas, p. 51). Quando o relacionamento deles com Deus foi interrompido, começou um declínio, tanto físico quanto espiritual, em direção ao sofrimento e à morte. Fomos criados com uma capacidade e necessidade inatas de termos relacionamentos e companheirismo amoroso. “Pois nenhum de nós vive apenas para si, e nenhum de nós morre apenas para si” (Rm 14:7, NVI).


O fato é que todos nós pertencemos ao corpo de Cristo – a igreja – e, como tal, temos necessidade do apoio de cada membro desse corpo por meio de um relacionamento. Em sua primeira carta aos Coríntios 12:14, Paulo salienta que “o corpo não é composto de um só membro, mas de muitos”, enfatizando assim a natureza coletiva da família de Deus. Faz tempo demais que estamos falhando em viver à altura do potencial que Deus nos deu. Faz tempo demais que muitos têm estado cegados por seu próprio egoísmo e orgulho e, como resultado, muitos do corpo de Cristo estão doentes e carentes.

 

Restauração através de relacionamentos que apoiam (1Co 13; Gl 6:2). O amor era o fundamento da obra de Cristo em restaurar tanto a saúde física quanto espiritual de muitas pessoas com quem entrava em contato. Amor era o meio pelo qual Ele Se ligava à humanidade num esforço de restaurar aquele relacionamento rompido que mergulhou a humanidade na morte. O amor transcende todos os nossos elevados ideais religiosos, e sem ele somos “como o som de um gongo ou como o barulho de um sino” (1Co 13:1).


Nos dias, semanas e meses de Seu ministério, Cristo estabeleceu para nós um exemplo a seguir – um exemplo de incansável serviço no sentido de restaurar vidas, corpos e mentes destroçados, animando-os com Suas palavras de ânimo e atos de bondade e generosidade. Como Seus seguidores, devemos, “em simpatia e compaixão, servir aos que necessitam de auxílio, buscando com abnegado zelo aliviar as misérias da humanidade sofredora” (Ellen G. White, A Ciência do Bom Viver, p. 104). Essa obra de restauração é feita com Cristo e através do amor e compaixão que Ele mostrou por nós através de Seu sacrifício na cruz. Paulo reconheceu a importância dessa obra em suas palavras aos gálatas, com as quais os admoesta a levar “os fardos pesados uns dos outros e, assim, [cumprir] a lei de Cristo” (Gl 6:2, NVI).

 

O plano de ação (Ef 4:1-16). Na carta aos efésios, Paulo provê a estrutura que devemos usar ao trabalharmos com Cristo na restauração da saúde e bem-estar daqueles com quem entramos em contato. Em Efésios 4:1 e 2, ele delineou medidas-chave que devemos ter cuidado em seguir. Primeiro, precisamos nos entregar completamente a Ele a fim de empreender a obra de restauração. Paulo, na verdade, descreve essa experiência como ser “prisioneiro no Senhor”, o que indica uma completa perda dos próprios poderes e do próprio eu. Depois de nos termos rendido a Cristo, a obra de restauração precisa ser executada “com toda a humildade e mansidão, com longanimidade, suportando-[nos] uns aos outros em amor, esforçando-[nos] diligentemente por preservar a unidade do Espírito no vínculo da paz” (Ef 4:2, 3).


Todos esses atributos foram demonstrados por Cristo quando Ele ministrava às pessoas. Também devemos revelar esses traços ao nos depararmos com as necessidades das pessoas e ministrarmos a elas. Ao fazê-lo, não apenas restauramos relacionamentos, mas provemos os meios pelos quais pode ocorrer a cura espiritual, emocional e física.

 

Como você pode ajudar? Há muitas maneiras por meio das quais podemos ser úteis aos que estão necessitados, tanto na igreja quanto na sociedade em geral. Não precisamos nos empenhar em esforços dispendiosos e ações elaboradas. Cristo satisfazia às necessidades das pessoas de maneira humilde, não para servir a Si mesmo nem para gratificação própria, mas para a glória de Deus e a restauração da saúde daqueles com quem Se encontrava. Podemos trabalhar com Cristo para ministrar às necessidades físicas das pessoas, como comida, roupa e apoio financeiro. Também podemos ajudá-las dando-lhes as informações que elas precisam para vencer os desafios específicos que podem estar enfrentando na vida, como drogas, álcool ou relacionamentos familiares instáveis. E não devemos nos esquecer de prestar-lhes apoio emocional, oferecendo expressões de empatia, amor e tranquilização.*

 

* Sheldon Cohen, “Social Relationships and Health,” American Psychologist, nov. 2004.

 

Mãos à Bíblia

 

Deus disse: “Não é bom que o homem esteja só” (Gn 2:18). Precisamos uns dos outros. Consequentemente, um aspecto crucial quanto a essa realidade deve ser entendido.

 

2. Leia Romanos 14:7. Que princípio importante é encontrado nesse texto? Como você experimenta a realidade poderosa dessa verdade?

 

Na vida ou na morte, influenciamos os outros, especialmente os de nossa família. O cuidado responsável pela própria saúde traz bênçãos não só a nós mesmos, mas também àqueles com quem nós partilhamos a vida.

 

3. O que os textos seguintes dizem sobre a importância dos relacionamentos sociais? Gn 2:18; Ec 4:9-12; 1Co 12:14-26; Gl 6:2

 


Richard Wildman | George Town, Ilhas Cayman

 


 

Terça, 22 de junho

Testemunho

O sistema aberto


Mesmo no princípio, podemos ver que não era intenção de Deus que vivêssemos sós. Fomos criados como seres sociais, com o propósito de interagir com o ambiente que nos cerca e com outras pessoas. Devemos viver de uma forma que promova relacionamentos significativos com outros; não só para propósitos de saúde, mas também porque, através desses relacionamentos, podemos testemunhar mais eficientemente de Jesus.


“É pelas relações sociais que a religião cristã entra em contato com o mundo. Cada homem ou mulher que recebeu a iluminação divina deve derramar luz na senda tenebrosa dos que não conhecem o melhor caminho” (Ellen G. White, Conselhos Sobre Saúde, p. 399).


Como Cristo partilhou Seu amor conosco, também devemos partilhar amor com todos com quem nos encontrarmos. Geralmente, é após estabelecermos um relacionamento com alguém que passamos a entender as necessidades daquela pessoa. Ministrando às necessidades imediatas de uma pessoa, estamos fazendo exatamente o que Cristo fez quando andou aqui na Terra. Também estamos abrindo espaço no coração de alguém para ouvir o que o Salvador requer dele.
“A sociabilidade cristã é na verdade bem pouco cultivada pelo povo de Deus. ... Por meio do intercâmbio social formam-se relações e amizades que dão em resultado certa unidade de coração e uma atmosfera de amor que agradam ao Céu.


“Todos encontrarão ou farão amigos. E justamente na proporção do fortalecimento da amizade, será o grau de influência que os amigos exercerão uns sobre os outros para o bem ou para o mal. Todos terão amigos, influenciarão e serão influenciados. ...


“O calor da verdadeira amizade ... é um antegozo das alegrias do Céu” (Ellen G. White, Minha Consagração Hoje [MM 1989], p. 204).


A Bíblia compara a família de Deus, dos crentes, a um corpo no qual cada membro executa uma função específica, e embora essas funções sejam diversas, cada um é igualmente importante e trabalha para complementar todos os outros. Precisamos uns dos outros para funcionar adequadamente (1Co 12:14-26). Podemos, sozinhos, fazer determinado avanço; mas, trabalhando juntos, nossos esforços são multiplicados e executados com eficiência cada vez maior.

 

Mãos à Bíblia

 

4. Como Paulo descreve os que foram redimidos pelo sangue de Jesus? Ef 4:1-16. O que significa isso?

 

Ninguém odeia seu próprio corpo (Ef 5:29, 30). Todas as partes do corpo interagem para funcionar eficazmente. Se uma parte do corpo sofre, todas as funções são afetadas. Quanto mais perto estivermos uns dos outros, mais pronta e poderosamente vamos sentir o impacto dos problemas enfrentados por todos.

 

 

Michael-Henry Parchment | George Town, Ilhas Cayman

 


 

Quarta, 23 de junho

Evidência

Relações interpessoais e bem-estar


De acordo com a Organização Mundial da Saúde, saúde é um estado de completo bem-estar físico, mental e social, e não meramente a ausência de doença ou enfermidade. Ao se falar sobre saúde, o enfoque é na maior parte das vezes colocado sobre preocupações biológicas, embora os relacionamentos interpessoais tenham impacto enorme sobre a saúde. Afinal de contas, somos seres sociais, e seres sociais precisam interagir uns com os outros para conservar o equilíbrio interno. Quando há desequilíbrio no corpo, normalmente vem a doença. Em Gênesis 2:18, o Senhor disse que não era bom que o homem estivesse só. Assim, criou Eva, alguém com quem Adão pudesse ter um relacionamento íntimo. “Um relacionamento interpessoal é uma associação de relativamente longo prazo entre duas ou mais pessoas. Essa associação pode ser baseada em emoções como amar e gostar, em interações comerciais regulares ou em algum outro tipo de compromisso social. As relações interpessoais ocorrem numa grande variedade de contextos, tais como a família, os amigos, o casamento, círculo de conhecidos, trabalho, clubes, vizinhança e igreja. Podem ser reguladas pela lei, pelo costume ou por acordo mútuo, e são a base de grupos sociais e da sociedade como um todo.”*


As relações interpessoais saudáveis melhoram a saúde física e o bem-estar. “O coração bem disposto é remédio eficiente, mas o espírito oprimido resseca os ossos” (Pv 17:22, NVI). Relacionamentos interpessoais saudáveis produzem felicidade e riso, o que promove o bem-estar físico. Contudo, os relacionamentos não-saudáveis partirão o coração, o que pode levar à má saúde. A infelicidade enfraquece o sistema imunológico, o que predispõe o corpo à doença.


Como filhos obedientes de Deus devemos primeiro praticar a boa saúde, e depois ensiná-la. Ao fazer isso podemos levar outros a Ele. “O missionário não somente pode aliviar as doenças físicas, como pode conduzir o pecador ao grande Médico, o qual é capaz de curar a alma da lepra do pecado. Por intermédio de Seus servos designa Deus que os doentes, os desafortunados e os possessos de espíritos maus hão de escutar Sua voz. Por meio dos instrumentos humanos Ele deseja ser um Consolador como o mundo desconhece” (Ellen G. White, A Ciência do Bom Viver, p. 106).

 

(*) http://en.wikipedia.org/wiki/Interpersonal_relationship.

 

Mãos à Bíblia

 

Reconhecendo os excelentes benefícios do serviço mútuo, podemos entender por que a Sra. White fez esta declaração em Medicina e Salvação: “Bondade cristã e fervorosa consagração devem ser constantemente manifestadas na vida” (p. 204). Uma pessoa pode ter todo o conhecimento teológico do mundo, mas se não for bondosa, amorosa e não manifestar interesse pelos outros, que bem faz esse conhecimento?

 

5. Como devemos nos relacionar com os outros? Jo 13:35; Rm 15:7; Ef 4:32; Cl 3:13; 1Ts 4:18; Tg 5:16; 1Pe 3:8; 1Pe 4:9; 1Jo 1:7

 


Nicketa Lawrence-Burchell | George Town, Ilhas Cayman

 


 

Quinta, 24 de junho

Aplicação

Criando relacionamentos saudáveis


No princípio, Deus criou as pessoas para se amarem umas às outras. Contudo, quando o pecado entrou em Seu mundo perfeito como resultado da desobediência, os relacionamentos humanos começaram a sofrer. Como podemos ter relacionamentos mais saudáveis agora? A seguir estão sete maneiras:


1. Viva os dez mandamentos. Leia Êxodo 20:1-17. Os primeiros quatro mandamentos dizem respeito ao nosso relacionamento com Deus. Os outros se referem ao nosso relacionamento com o próximo. Viver de acordo com todos esses mandamentos nos ajudará a ter relacionamentos mais saudáveis.


2. Estude a Palavra de Deus e ore. Leia Salmo 119:15 e 16. Passar tempo de qualidade com Deus fortalece e renova a mente e o espírito, e nos dá uma ideia de como devemos nos tratar uns aos outros. Ao estudarmos e orarmos, somos transformados à Sua semelhança, que é descrita pelos frutos do Espírito. Leia Gálatas 5:22 e 23. Cada um desses frutos ajuda no desenvolvimento de relacionamentos saudáveis.


3. Admita suas faltas diante de Deus e se arrependa. Leia Provérbios 28:13. Admitir nossas faltas e nos arrepender nos ajuda a compreender que não somos perfeitos. Essa compreensão pode nos ajudar a ter mais simpatia para com os outros quando eles fizerem algo que nos magoa.


4. Pratique as leis de Deus para a saúde física. Leia 3 João 2. Quando nos sentimos bem fisicamente é mais fácil nos darmos bem com os outros.


5. Fale menos e ouça mais. O filósofo grego Epicteto escreveu: “A natureza nos deu uma língua e dois ouvidos para que pudéssemos ouvir duas vezes mais do que falamos.”


6. Evite fofocas. Leia o que Provérbios tem a dizer sobre esse fator que mata os relacionamentos: Pv 11:13; 16:27; 18:8; 19:9; e 26:20.


7. Seja perdoador. Leia o conselho bíblico sobre esse assunto em Mateus 5:39-45; 18:21, 22; Efésios 4:32; Colossenses 3:13. É difícil ter um bom relacionamento com alguém que não conseguimos perdoar. Guardar rancor também pode nos tornar fisicamente doentes.


Nossas emoções estão ligadas à saúde física. Há uma notável diferença em alguém que se sente amado. Muitas vezes ouvimos histórias de como as pessoas que estão doentes são reanimadas apenas por ouvir a voz de um ente querido. Ao andarmos por essa trilha cristã, precisamos de familiares e amigos da mesma fé para nos reanimar quando caímos e para nos manter firmados no amor de Deus e em Seu poder curativo.

 

Mãos à Bíblia

 

Jesus viveu neste mundo para servir. Desde os primeiros dias de Seu ministério até o fim, Ele estava a serviço da humanidade. De fato, de acordo com a Bíblia, ainda hoje, Ele está nos servindo (Hb 2:17, 18).

 

6. Cada um de nós foi criado com dons espirituais específicos para o serviço. Quais são os vários dons e serviços espirituais contidos nos versos a seguir? Rm 12:4-8; 1Co 12:1-5; Ef 4:8-11

 


Stacy-Ann Reeves | George Town, Ilhas Cayman

 



Sexta, 25 de junho

Opinião

Á imagem de Deus

 

Todos temos fotografias de entes queridos em nossas estantes, geladeiras e cômodas ou criados-mudos. Essas fotos simbolizam relacionamentos; e quando olhamos para elas, nos lembramos de quando a foto foi tirada ou de algo especial a respeito das pessoas em questão. Embora elas não estejam fisicamente presentes, sentimo-nos ligados a elas só de olhar para sua imagem. Fomos criados à imagem de Deus, e portanto sabemos que o objetivo era que tivéssemos um relacionamento com Ele. Porque somos criados à Sua imagem, Ele deseja que vejamos Sua imagem refletida em nós.


Toda vez que Deus cria algo, sempre estabelece um lugar para o objeto criado. Gênesis 1 ilustra que tudo o que Ele criou tinha um lar. A lua e as estrelas tinham o firmamento, os animais tinham a terra e os peixes tinham o mar. Gênesis 2:8 declara que Deus plantou um jardim no Éden, “e ali pôs o ser humano que Ele havia formado”. Nossos primeiros pais eram capazes de existir na própria presença de Deus.


Assim como milhares de quilômetros, e às vezes até a prisão e a morte, nos separam das pessoas que estão em nossas fotos, também este mundo pecaminoso tenta nos separar de Deus e evitar que cumpramos o propósito que Ele tem para nós. Hoje, através da TV, música, videogames e outras influências mundanas, Satanás está persistentemente espalhando mentiras sobre Deus que afastam dEle as pessoas.


Contudo, como um decorador de interiores, Ele conhece o melhor lugar para colocar Seus quadros a fim de que todos sejam atraídos para Ele. O Senhor nos dá em Sua Palavra os instrumentos necessários para fazermos isto: “Portanto, amem o Senhor, nosso Deus, com todo o coração, com toda a alma e com todas as forças” (Dt 6:5). Ele nos lembra que estará sempre conosco, “até o fim dos tempos” (Mt 28:20).


“Se alguém está em Cristo, é nova criação” (2Co 5:17, NVI). Como Deus originalmente colocou Adão e Eva em Sua própria presença, da mesma forma promete que onde Ele estiver, você estará também (Jo 14:3), isto é, no Céu.

 

Mãos à obra

 

1. Ofereça a um vizinho um prato feito em casa ou um cesto de frutas frescas. Pergunte o que está acontecendo na vida dele, e como você pode orar por – e/ou com – ele.
2. Represente uma conversa imaginária entre Adão e Deus esclarecendo por que não era bom que Adão estivesse só.
3. Escreva várias frases favoritas da lição desta semana em papéis autocolantes e coloque-os em seu espelho.
4. Pesquise uma doença específica, concentrando-se em como outras partes ou órgãos do corpo contribuem para sua cura.
5. Entre para um pequeno grupo de estudo da Bíblia em sua igreja ou vizinhança (ou inicie um).

 


Chris Harper | George Town, Ilhas Cayman
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