| Comentário da lição 2009-12-19 |
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| Escrito por Moises Sanches |
| Sex, 18 de Dezembro de 2009 18:32 |
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Aqui estamos nós outra vez... Às portas da Terra prometida, com um enorme povo e uma só necessidade: Caminhar para além do Jordão. O problema de chegarmos ao final do trimestre é encontrar uma forma de comentarmos a lição sem nos tornarmos redundantes em assuntos tão amplamente discutidos nas demais semanas. Sendo assim, para não incorrer neste erro, e também para não ficar rodeando 7 vezes Jericó, vou tentar ir direto ao ponto em função de alguns ítens que são novos, e importantes, mesmo que pequenos em quantidade nessa lição. Vou recorrer aos objetivos da lição para esses comentários: Conhecer: As lições dadas à segunda geração de Israel que recebeu a Terra Prometida. É evidente que 40 anos não foram suficientes para corrigir todas as arestas do passado na formação do povo de Deus, razão pela qual, assistimos a dura cena de Deus repetindo seus mandamentos e orientações a fim de confirmar a história do Sinai, bem como assegurar que após a sucessão e morte de Moisés, o povo continuasse entendendo que todas aquelas indicações, regulamentos, leis, etc... vinham de Deus, e não do líder do povo. Tal repetição é ao mesmo tempo que preventiva e decepcionante. Imaginar que depois de tudo que viram e ouviram, ainda possam se esquecer de Deus é realmente frustrante. Infelizmente essa é a dura condição do ser humano no mundo de pecado. Porém, de nada vale esse relato se não nos enxergarmos nele. Será que após todos esses anos (3 mil e tantos...) mudamos? Ou ainda carecemos de que Deus repita pela "enésima" vez as coisas que sempre disse? Vivemos o mesmo estigma de nos acostumarmos com os cenários, e nos esquecermos com o passar do tempo de qual seja a fonte de nossa conduta e sabedoria? Sentir: Apreço pelo estilo democrático de liderança. Aqui talvez esteja o terreno mais espinhoso da discussão da lição. A sugestão do autor é a de que o sentimento resultante da compreensão dos ensinamentos de Deus seja o de apreciar o estilo democrático de liderança. Por mais tentado que eu possa ser a concordar com isso, quer me parecer que haja algo equivocado na afirmação, pelo menos, de forma solta como aí está. Deixe-me resgatar o real sentido do termo como no dicionário está: Democracia é um regime de governo onde o poder de tomar importantes decisões políticas está com os cidadãos (povo), direta ou indiretamente, por meio de representantes eleitos. Se é disto que estamos falando, por mais que eu tente, não consigo encontrar este estilo de liderança em quaisquer das definições de condução do povo de Israel. Nenhum dos líderes do povo de Israel foi eleito pelo povo, ou colocado ali por vontade humana. Israel jamais conheceu ou viveu democracia em qualquer de seus períodos. Tudo que consigo ver na história de Israel é Teocracia e não Democracia. "Demo Cracia", como o nome já diz, tem outra origem... Por favor não entendam mal a brincadeira, mas, democracia nunca fez parte dos planos de Deus para Seu povo. Isso só me faz concluir que, se ela existe hoje, surge como mais um daqueles "mal necessários" a fim de corrigir deturpações de outros modelos piores do que esse (Ditadura, monarquia, etc...) e só existe por que nós nos afastamos tanto de Deus que Ele já não fala conosco pessoalmente como falou a Israel no passado. Essa é a dura e triste realidade em que nos encontramos ! ! ! A pergunta é: Como ouvir a voz de Deus, e tomarmos decisões por Ele orientadas, " apesar" mesmo vivendo em tempo de Democracia? Só pra constar: Será que em nossa "pseudo liberdade" em tempos de democracia temos prestado atenção em todos os níveis como membros da igreja da responsabilidade que recai sobre nossos ombros ao termos que tomar decisões atualmente sem termos Urim e Tumim para consultar? Procedemos as escolhas de liderança desde os mais simples cargos de um grupo ou igreja até às mais altas esferas de liderança do povo de Deus com a resignação e seriedade que escolher em lugar de Deus exige? Deixamos que o Espírito Santo atue em nossa mente e vontade para que as escolhas não sejam nossas mas de Deus por nosso intermédio? Que efeitos devastadores a democracia pode exercer quando reduz Deus ao nível do homem? Será que nos esquecemos que a atitude de alguns líderes de Israel que desejavam para si as escolhas de liderança, questionando autoridade de Deus em ter escolhido alguns para um trabalho especial no sacerdócio fora baseada na democracia em detrimento da teocracia? Que coisas deveríamos aprender da Teocracia a fim de não reduzí-la ou contaminá-la pela Democracia? Quando a história do pecado terminar, teremos Democracia ou Teocracia por toda a eternidade? (Vide Apocalipse 21-22) Fazer: Fielmente sua parte como membro de um corpo. Sobre esse quesito vou dizer apenas 3 coisas: 1. Estude profundamente a palavra de Deus. 2. Ore sem cessar. 3. Seja testemunha daquilo que você aprendeu durante as duas experiências anteriores. Artigos Relacionados: |


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